Fonte: Eu, Rio

Policiais da 78ªDP (Fonseca) prenderam, em flagrante, três homens pelo crime contra ordem econômica. Eles foram capturados nas comunidades Boavista, Santo Cristo e Palmeira, em Niterói, após monitoramento do Setor Inteligência.

Segundo os agentes, a ação teve como objetivo coibir pratica delituosa de venda e depósito clandestinos de botijões de gás. As investigações apontam que por ordem do tráfico de drogas local exigiam dos moradores a compra exclusiva do produto nos pontos estabelecidos como permitidos e assim gerando lucro para os narcotraficantes. A prática, assemelhada à milícia, tinha o preço fixado da venda de cada botijão no valor de R$ 80,00.

Fonte: FolhaPE

Com duas fases deflagradas na última quinta-feira (10) e nessa terça-feira (16), a Operação Júpiter apreendeu quase 500 botijões de gás liquefeito de petróleo (GLP), usado em cozinha, e prendeu quatro pessoas em flagrante.

Os botijões eram vendidos em pontos de venda ilegais nos bairros do Coque e da Mustardinha, no Recife, que funcionavam sem autorização da Agência Nacional de Petróleo (ANP). Segundo a polícia, a operação teve por objetivo coibir o comércio clandestino de GLP.

O saldo da ação, desenvolvida em parceria com o Corpo de Bombeiros de Pernambuco, foi divulgado pela polícia nesta quarta-feira (16).

No ponto ilegal de venda do Coque, todos os cerca de 200 botijões de GLP encontrados foram apreendidos e uma pessoa foi presa. Essa foi a primeira fase da operação, que ocorreu dia 10.

Já na terça-feira, na Mustardinha, os policiais e bombeiros encontraram mais 300 botijões e um caminhão. Outras três pessoas foram presas.

Fonte: Diário de Pernambuco Online

A Polícia Civil de Pernambuco desencadeou, na terça-feira (15), a Operação Júpiter que ocorreu na capital pernambucana. De acordo com o órgão, a primeira fase da operação atuou em um estabelecimento comercial no bairro do Coque, na Ilha de Joana Bezerra, que foi abordado em posse de 132 botijões de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP). Quatro pessoas foram autuadas em flagrante.

Já na segunda fase da Operação, foram apreendidos 307 botijões de GLP que estavam sendo vendidos em um caminhão no bairro da Mustardinha, Zona Oeste do Recife. Nove policiais civis atuaram na ação, que contou com o Corpo de Bombeiros durante a primeira fase. Os motivos da apreensão ainda não foram repassados pela Polícia.

Fonte: O Dia

Em junho de 2019, Fernando Gomes de Freitas, o Fernandinho Guarabu, chefe do tráfico do Morro do Dendê, na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio, e o miliciano Antônio Antônio Eugênio de Souza Freitas, o Batoré, morreram juntos, durante confronto com a polícia

A amizade entre os dois, que pertenciam a grupos criminosos distintos, surgiu após Guarabu e Batoré firmarem uma aliança, três anos antes. As táticas deixadas por Batoré para o tráfico na Ilha do Governador é o tema do quarto capítulo da série Narcomilícia do O DIA.

Uma das heranças é o preço tabulado do botijão de gás no bairro. A atividade foi ensinada por Batoré, segundo investigações, que repassava parte da renda para o tráfico e milícia. Ao que tudo indica, a prática continua, mesmo após a morte dos dois. Moradores de comunidades são proibidos de comprarem fora dos depósitos do tráfico.

Segundo o promotor Sauvei Lai, a união começou quando Batoré, integrante da milícia de Jacarepaguá, na Zona Oeste, se apresentou a Guarabu, para profissionalizar a exploração de pontos de vendas de gás e as vans de transporte na região.

Passado um ano e meio após a morte dos narcomilianos, a promotoria e a Polícia Civil investigando se os depósitos de venda de botijões de gás da Ilha do Governador ainda pagam taxas de segurança para os traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP).

Ao que parece, a resposta é positiva. Em uma pesquisa de orçamento feita pela reportagem, em mais de 10 depósitos de gás nas regiões da Ilha do Governador, São Cristóvão, Madureira, Cascadura, Oswaldo Cruz, na Zona Norte, Gamboa, na Zona Central, e Muzema, na Zona Oeste, foi apurado que o botijão de gás na Ilha é um dos mais caros da cidade, custando R$ 85. A média de preço nos outros bairros é R$ 75.

“Achei que com a morte do Batoré poderia ter alguma desavença, um descontentamento por parte da milícia, fiquei surpreso que isso não aconteceu. Então, talvez, o tráfico da Ilha possa repassar ainda o pedágio para a milícia”, disse Lai.

Atualmente, Marcos Vinicius dos Santos, o Chapola, divide a a liderança do tráfico com Mário Henrique Paranhos de Oliveira, o Neves. Já as atividades de milícia seriam administradas por Marilene de Souza Freitas, irmã de Batoré.

Ilha do Governador teve uma das primeiras narcomilícias do Rio

As investigações do Ministério Público apontaram que os traficantes do Morro do Dendê, na Ilha do Governador, ligados ao Terceiro Comando Puro (TCP), foram um dos primeiros a começar a monopolizar o transporte alternativo e cobrar taxas dos motoristas de vans para permitir que eles circulassem pelo bairro. Fernandinho Guarabu e seu braço direito, Gilberto Coelho de Oliveira, o Gil, teriam se inspirado na milícia e iniciado as extorsões ainda em 2012.

“As nossas investigações mostram que o Guarabu e o Gil, em 2012, já exploravam o transporte alternativo. Isso foi constatado em diversos inquéritos policiais. Só que eles exploravam de uma forma muito rudimentar, diria até amadora”, analisou o promotor do MP, Sauvei Lai.

A profissionalização das táticas de extorsão na Ilha teria começado em 2016, quando milicianos de Jacarepaguá enviaram Batoré para a Ilha. O MP apurou que, inicialmente, os traficantes recusaram a proposta de profissionalização do serviço, mas que, por fim, o ex-policial militar conseguiu convencer Guarabu de que a parceria poderia ser um bom negócio.

“Batoré consegue convencer o Guarabu a se aliar com o simples argumento de que eles exploravam de forma arcaica, dizendo ‘olhas, nós temos experiência na exploração do transporte alternativo, sabemos organizar, controlar, extorquir, fiscalizar. Me dá uma chance e você vai ver que terá mais lucros, só vou tirar 10% para mim e dar todo restante para você, e você vai ver que vai ganhar mais dinheiro ainda’. O Guarabu, então, deixa acontecer esse experimento”, contou Sauvei.

Segundo o promotor, muito mais do que uma sociedade criminosa, Guarabu e Batoré se tornaram grandes amigos.

“O experimento dá tão certo que eles viraram amicíssimos. Quer dizer, o que era só uma terceirização, uma prestação de serviços, virou amizade pura. O Batoré foi preso, em 2017, e quando foi solto numa decisão judicial, deixou de morar no asfalto e passou a morar dentro do Dendê, sob abrigo do Fernandinho Guarabu. Eles morreram juntos. Isso não foi só uma parceria empresarial, foi uma amizade. O Batoré, inclusive, morreu indo para uma reunião do alto escalão, da cúpula do Terceiro Comando, no Complexo da Maré, junto com o Guarabu. Isso foi constatado numa interceptação telefônica. O Batoré era a grande ligação entre a milícia e o terceiro comando”, finalizou.

Moradores e comerciantes reféns

Representantes comerciais de distribuidoras de gás informaram que cada botijão custa, em média, R$ 55 para o depósito. Segundo fontes do setor, a criação de um monopólio faz o preço da mercadoria subir para os clientes, para que eles consigam vender em segurança e ainda ter seus lucros com o comércio.

“Nas zonas restritas todos são obrigados a comprar de provedores “nomeados” e “garantidos” pelo poder paralelo, logo, este fornecedor pode e, sistematicamente, cobra mais caro. O problema não é de suprimento, mas de segurança pública.

Quem sofre com isso também são os moradores, que acabam pagando mais caro que o preço de mercado. “Moro na Ilha e compro gás em Bonsucesso, onde pago R$ 65. Mas sei que quem mora nas comunidades não pode comprar fora do bairro. Aqui na Ilha os preços são todos iguais e todos os donos de depósitos se conhecem e não reduzem os preços”, disse uma moradora do Jardim Guanabara.

Fonte: Portal Chamada Geral

Uma carga de botijão de gás da empresa Liquigás de Parnaíba foi roubada na noite do último sábado na BR-222, no município de São Luís do Curu Estado do Ceará, com destino a Parnaíba. O bando que executou o roubo após efetuar um tiro no veículo que fazia o transporte para que o motorista parasse. Os criminosos fugiram com a carga, se utilizando de dois veículos, um Corsa e uma Combi.

Há suspeitas que os botijões roubados estejam sendo vendidos em outros estados, inclusive em Parnaíba. A empresa informa que os botijões estão sendo comercializados sem o lacre. Parte da carga foi recuperada no município de Maracanaú (CE). Qualquer pessoa que compre um dos botijões roubados está enquadrada no crime de receptação.

 

Fonte: Destak News Brasil

Por volta das 15h35 dessa segunda-feira (14), no Km 744 da BR-354, equipe da PRF abordou em fiscalização de rotina um caminhão VW/24.280 com placas de Três Corações (MG).

Solicitado a apresentar a documentação fiscal da carga, o condutor apresentou o DANFE de emissão referente a remessa de vasilhame, datada de 09/12/20, referente a 500 botijões vazios.

Porém, foi evidenciado que a carga tratava-se de vasilhames cheios, e a maior parte com selo datado de 12/12/20, perfazendo a quantidade de 612 botijões. O condutor inicialmente informou que seguia de São José dos Campos (SP) para Três Corações (MG), porém posteriormente mudou sua versão e informou ter carregado em Guarulhos (SP). Dada a discrepância observada, e que o Documento Fiscal não refletia a real situação, se iniciaram os procedimentos cabíveis. Diante das informações obtidas foi constatado, a princípio, o crime de transporte de mercadoria nacional sem nota fiscal.

Posteriormente foi apresentada eletronicamente outra DANFE emitida às 16h34 para 600 botijões. Foi lavrado Boletim de Ocorrência descrevendo os fatos, e encaminhado à Autoridade Fazendária Estadual para as providências cabíveis.

Fonte: Studio FM | Home  Veranópolis | RS

Durantes os dias 17 e 18 de novembro, a ANP (Agencia Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) e a Polícia Civil desencadearam a Operação Fogo Azul em Passo Fundo.

Foram fiscalizadas diversas revendas de gás GLP onde foram verificados itens referentes a exigências de segurança (norma ABNT), se o estabelecimento possui os documentos necessários para funcionamento (autorização da ANP, alvará da Prefeitura e licença do Corpo de Bombeiros), a integridade dos botijões e se foram requalificados, entre outros itens relacionados ao cumprimento das normas da ANP.

Durante a vistoria, nenhuma situação criminal foi observada e apenas uma revenda de gás apresentou problemas administrativos, que deverão ser sanados para poder continuar a revender gás de cozinha.

A atuação da PC e ANP visa a segurança da População e a proteção dos consumidores.

Fonte: Portal Guandu

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) assinou nesta quinta feira (29) a renovação do acordo de cooperação técnica e operacional com o Procon do Estado do Espírito Santo para fiscalização das atividades do abastecimento de combustíveis.

O acordo firmado tem duração de dois anos e prevê a troca de informações relacionadas às atividades de fiscalização de empresas que atuam no mercado de combustíveis. As ações de fiscalização ocorrerão de forma isolada ou em conjunto com a ANP.

O termo também inclui a realização de ações de georreferenciamento, que consistem em determinar a localização dos agentes de mercado (latitude e longitude), facilitando o trabalho de fiscalização.

Segundo a ANP, a aliança com órgãos das esferas estaduais contribui para o melhor cumprimento das atribuições legais da agência, por meio da união de esforços entre órgãos com objetivos comuns no atendimento das demandas da sociedade. O acordo passará a vigorar a partir da data de sua publicação no Diário Oficial da União.

POSTOS E REVENDAS DE GÁS INTERDITADOS

Durante uma ação de fiscalização, que começou no último dia 19 e terminou nesta quinta-feira (29), a ANP interditou dois postos de combustíveis e três revendas de GLP (gás de cozinha). Ao todo, foram fiscalizados 40 postos de combustíveis e 28 revendas de gás em 11 municípios capixabas.

Três revendas de GLP foram interditadas na cidade de São Mateus, Norte do Estado, sendo duas por fornecer produtos a estabelecimento clandestino e uma por falta de segurança na revenda. Na cidade, também foram apreendidos 127 botijões.

Durante a fiscalização, foram realizados 508 testes de qualidade e coletadas 150 amostras de combustíveis nos postos fiscalizados. Dois postos tiveram o etanol hidratado comum reprovado e sofreram interdições, um em Ecoporanga, Noroeste do Estado, e o outro em Serra. Também foi interditado um bico de abastecimento em um posto na cidade de Ecoporanga por divergência metrológica entre o volume abastecido e o indicado na bomba

Fonte: Ma10

A Polícia Civil  em parceira com o PROCON realizaram uma operação com o objetivo de reprimir o comércio ilegal de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), popularmente conhecido como “gás de cozinha” na área Itaqui Bacanga em São Luís.

Durante as ações que nesta quinta-feira (29), quatro depósitos de gás foram alvos e receberam medidas administrativas entre elas notificações, multas e interdições. A operação terá continuidade em toda a região metropolitana de São Luís.

Fonte: A Gazeta

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) assinou nesta quinta feira (29) a renovação do acordo de cooperação técnica e operacional com o Procon do Estado do Espírito Santo para fiscalização das atividades do abastecimento de combustíveis.

O acordo firmado tem duração de dois anos e prevê a troca de informações relacionadas às atividades de fiscalização de empresas que atuam no mercado de combustíveis. As ações de fiscalização ocorrerão de forma isolada ou em conjunto com a ANP.

O termo também inclui a realização de ações de georreferenciamento, que consistem em determinar a localização dos agentes de mercado (latitude e longitude), facilitando o trabalho de fiscalização.

Segundo a ANP, a aliança com órgãos das esferas estaduais contribui para o melhor cumprimento das atribuições legais da agência, por meio da união de esforços entre órgãos com objetivos comuns no atendimento das demandas da sociedade. O acordo passará a vigorar a partir da data de sua publicação no Diário Oficial da União.

POSTOS E REVENDAS DE GÁS INTERDITADOS

Durante uma ação de fiscalização, que começou no último dia 19 e terminou nesta quinta-feira (29), a ANP interditou dois postos de combustíveis e três revendas de GLP (gás de cozinha). Ao todo, foram fiscalizados 40 postos de combustíveis e 28 revendas de gás em 11 municípios capixabas.

Três revendas de GLP foram interditadas na cidade de São Mateus, Norte do Estado, sendo duas por fornecer produtos a estabelecimento clandestino e uma por falta de segurança na revenda. Na cidade, também foram apreendidos 127 botijões.

Durante a fiscalização, foram realizados 508 testes de qualidade e coletadas 150 amostras de combustíveis nos postos fiscalizados. Dois postos tiveram o etanol hidratado comum reprovado e sofreram interdições, um em Ecoporanga, Noroeste do Estado, e o outro em Serra. Também foi interditado um bico de abastecimento em um posto na cidade de Ecoporanga por divergência metrológica entre o volume abastecido e o indicado na bomba.